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Avaliação da pureza de substâncias farmacêuticas por DSC: aplicações, limitações e comparação com técnicas convencionais

dc.contributor.advisorCunha, Armando Lucas Cherem da
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4011248402829445pt_BR
dc.contributor.referee1Viana, Marcelo Mendes
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2879216880730517pt_BR
dc.contributor.referee2Ladeira, Luiz Guilherme Aristóteles da Costa
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6902395035962463pt_BR
dc.creatorTelles, Verônica Guissoni
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8890853488211519pt_BR
dc.date.accessioned2025-09-16T21:23:55Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:38Z
dc.date.issued2025-07-18
dc.description.resumoEste trabalho teve como objetivo avaliar a aplicabilidade da Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) na determinação da pureza de princípios ativos farmacêuticos e excipientes. Foram analisadas amostras de 17 Valerato de Betametasona, L-Mentol e álcool cetoestearílico 50/50, utilizando a metodologia descrita na norma ASTM E928-08, baseada na correlação entre o comportamento do ponto de fusão e a pureza da substância. Os resultados foram comparados com métodos tradicionais, como cromatografia gasosa (CG) e espectrofotometria UV-Vis. Todos os resultados obtidos foram compatíveis com as especificações dos fornecedores, validando a utilização da DSC como ferramenta analítica, desde que respeitadas suas limitações. Observou-se que o 17 Valerato de Betametasona, mesmo sendo suscetível à decomposição térmica, apresentou resultados de pureza consistentes e próximos aos das metodologias convencionais. O L-Mentol também apresentou excelente concordância entre os resultados obtidos por DSC e por cromatografia gasosa, demonstrando que, para substâncias termicamente estáveis e de composição bem definida, a DSC fornece resultados confiáveis. Por outro lado, o álcool cetoestearílico 50/50 foi a substância que apresentou maior discrepância, o que pode ser atribuído às características de sua composição, uma mistura de álcoois graxos com diferentes pontos de fusão, que interfere na modelagem da curva de fusão pela DSC. Conclui-se que a DSC é uma técnica eficiente, rápida e de baixo custo para a avaliação de pureza de substâncias de composição bem definida e com comportamento térmico previsível, sendo necessária a adoção de metodologias complementares para misturas complexas ou materiais com histórico de instabilidade térmica.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationTELLES, Verônica Guissoni. Avaliação da pureza de substâncias farmacêuticas por DSC: aplicações, limitações e comparação com técnicas convencionais. 2025. 55 f. TCC (Graduação) - Curso de Química Industrial, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/27102
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCalorimetria exploratória diferencialpt_BR
dc.subjectDSCpt_BR
dc.subjectAnálise de substânciaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE PRODUCAO::GERENCIA DE PRODUCAO::GARANTIA DE CONTROLE DE QUALIDADEpt_BR
dc.titleAvaliação da pureza de substâncias farmacêuticas por DSC: aplicações, limitações e comparação com técnicas convencionaispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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