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Estimação de indicadores de pobreza em pequenas áreas para o Brasil com modelos beta

dc.contributor.advisorGonçalves, Kelly Cristina Mota
dc.contributor.advisorCo1Silva, Denise Britz do Nascimento
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0235269476708481pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1715326722961736pt_BR
dc.contributor.referee1Moura, Fernando Antônio da Silva
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7139199699142105pt_BR
dc.contributor.referee2Pereira, João Batista de Morais
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5251604111283337pt_BR
dc.contributor.referee3Vieira, Marcel de Toledo
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1980385021266418pt_BR
dc.creatorGallo, Maria Eduarda Campello
dc.date.accessioned2025-08-21T14:52:11Z
dc.date.available2026-05-16T03:07:59Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractThe fight against poverty is of utmost importance, being the primary objective of the Sustainable Development Goals established by the United Nations and a fundamental goal of the Brazilian Constitution. However, to effectively tackle poverty, it is necessary to understand its various features and its distribution over the country. Poverty can be monitored using three main measures: poverty incidence, poverty gap, and poverty severity. Therefore, the aim of this dissertation is to produce reliable estimates of these three poverty measures for local areas defined as groups of Brazilian municipalities (146 geographic strata), using data from the Continuous National Household Sample Survey (PNADC) from IBGE. Although the survey has allowed the estimation poverty measures by geographic strata since 2012, they can be imprecise at this level of disaggregation. One approach to overcome this challenge is the use of small area estimation (SAE) methods. Therefore, to improve the precision of poverty estimates, SAE models were implemented. Bayesian small area models were developed, with a Beta distribution and logistic link function, to estimate poverty incidence (head count ratio), gap and severity for geographic strata from 2012 to 2022. The Beta regression models incorporate area level socioeconomic auxiliary variables, as well as area and time random effects. These models yielded satisfactory results, improving overall precision of estimates, without evidence of bias. Building on the success of the models based solely on 2021 survey data, the method was extended to a repeated survey context, incorporating survey data from 2012 to 2022. The improvement in the precision of estimates obtained from temporal models were even more pronounced, in a way that all estimates of the three poverty measures became suitable for publication. Furthermore, in the temporal model, the use of a historical series spanning at least four years of data notably enhanced the precision of estimates when compared to direct estimates.pt_BR
dc.description.resumoO combate à pobreza é de extrema importância, sendo o primeiro objetivo dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas e um dos objetivos fundamentais da Constituição brasileira. No entanto, para combatê-la efetivamente, é preciso conhecer suas características e distribuição no território. A pobreza pode ser monitorada a partir de três medidas: incidência da pobreza, hiato da pobreza e severidade da pobreza. Nesse sentido, o objetivo principal desta dissertação é produzir estimativas confiáveis dessas medidas para os 146 estratos de municípios, usando os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do IBGE. Embora a PNADC permita a estimação dessas medidas por grupos de municípios desde 2012, com esse nível de desagregação, as estimativas podem ser imprecisas e pouco confiáveis. Um caminho para ultrapassar esse obstáculo é a utilização dos métodos de estimação em pequenas áreas (SAE). Portanto, foram desenvolvidos modelos de SAE com abordagem bayesiana, usando a distribuição Beta e a função de ligação logística, para estimar a incidência (proporção de pessoas em situação de pobreza), hiato e severidade da pobreza por estrato de municípios de 2012 a 2022. Os modelos de regressão Beta incorporam variáveis auxiliares ao nível de área, assim como efeitos aleatórios de área e de tempo. Esses modelos apresentaram resultados satisfatórios, melhorando a precisão das estimativas, sem evidência de viés. A partir do sucesso dos modelos para os dados de 2021, foi proposta a extensão da metodologia, considerando os dados da PNADC de 2012 a 2022. As melhorias na precisão das estimativas com os modelos temporais foram ainda mais expressivas que para os modelos de seção transversal. Nessa aplicação todas as estimativas das três medidas de pobreza se tornaram publicáveis. Além disso, no modelo temporal, a utilização de uma série histórica com pelo menos quatro anos já produz melhoras significativas na precisão das estimativas.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26801
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Matemáticapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estatísticapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInferência bayesianapt_BR
dc.subjectPobrezapt_BR
dc.subjectBayesian inferencept_BR
dc.subjectPovertypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::PROBABILIDADE E ESTATISTICApt_BR
dc.titleEstimação de indicadores de pobreza em pequenas áreas para o Brasil com modelos betapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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