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Remoção de contaminantes orgânicos utilizando membrana polimérica fotocatalítica

dc.contributor.advisorFonseca, Fabiana Valéria da
dc.contributor.advisorCo1Silva, Larissa Loureiro Salgueiro
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4937714650618111pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8778107230566167pt_BR
dc.contributor.referee1Furtado, Luana Barros
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2159511014464393pt_BR
dc.contributor.referee2Marques, Everton Gripa
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5569317513060388pt_BR
dc.creatorEspírito Santo, Ana Clara Wanderlei do
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6979055071024700pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-15T16:11:15Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:31Z
dc.date.issued2024-02-01
dc.description.resumoOs contaminantes emergentes (CE) são um dos principais problemas que afligem o âmbito de tratamento de águas e efluentes, logo são estudadas diferentes formas de superar tal desafio. Uma dessas formas é através dos Processos Oxidativos Avançados (POA), os quais geram espécies radicalares capazes de degradar moléculas orgânicas, porém há risco de formação de lodo além de perda de reagente. Outra maneira é por meio dos Processos de Separação por Membrana (PSM), que usam a membrana como barreira física capaz de separar o poluente de fase do efluente tratado, embora haja como problemática o fouling. Uma forma de superar tamanha adversidade é através de um processo híbrido PSM/POA com a impregnação de nanopartículas na superfície, no caso polimérica. Foi então desenvolvida a membrana de nylon com nanopartículas de ferro de valência zero (nZVI/PAA/nylon), a qual foi caracterizada com ângulo de contato, FTIR e microscopia de varredura (MEV). Além de estudar o processo de degradação de um CE modelo, o corante Vermelho de Drimaren. A membrana de nylon se mostrou hidrofílica (56,78º de ângulo de contato), resistente a solventes químicos, apresentou a formação de fouling pela redução do fluxo de permeado e remoção de 36% do corante. Para a membrana fotocatalítica foram realizados testes sem a manutenção da condição de pH inicial e com a manutenção da condição do pH. A última opção obteve um resultado favorável visto que, por mais que os dois processos tenham obtido valores finais semelhantes de remoção, o fluxo indicou baixa formação de fouling no processo com ajuste de pH. Por fim, foi analisada a influência de radiação UV no processo, que apresentou uma remoção de 13% a mais de corante se comparado ao processo que ocorreu na ausência de radiação.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26722
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTratamento de efluentespt_BR
dc.subjectProcessos oxidativos avançados (POA)pt_BR
dc.subjectContaminantes emergentes (CE)pt_BR
dc.subjectProcessos de separação por membrana (PSM)pt_BR
dc.subjectMembrana fotocatalíticapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA SANITARIA::TRATAMENTO DE AGUAS DE ABASTECIMENTO E RESIDUARIAS::ESTUDOS E CARACTERIZACAO DE EFLUENTES INDUSTRIAISpt_BR
dc.titleRemoção de contaminantes orgânicos utilizando membrana polimérica fotocatalíticapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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