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Driver para visualização de dados RDF via SPARQL no Metabase

dc.contributor.advisorLopes, Giseli Rabello
dc.contributor.advisorCo1Pinheiro, João Pedro Valladão
dc.contributor.referee1Silva, Vivian dos Santos
dc.contributor.referee2Verona, Letícia Dias
dc.creatorCabral, José Vitor da Cunha Hisse Alves
dc.date.accessioned2025-09-04T15:30:40Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:34Z
dc.date.issued2025-08-22
dc.description.resumoO crescimento exponencial dos dados conectados, que passaram de 95 para 1350 bases RDF (Resource Description Framework) entre 2009 e 2024, ocorreu em paralelo à democratização das ferramentas de BI (Business Intelligence). Contudo, a falta de conectores nativos nessas plataformas ainda mantém esses ecossistemas isolados. O trabalho desenvolve um driver SPARQL para o Metabase que conecta diretamente a endpoints SPARQL via HTTP (Hypertext Transfer Protocol) e HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure), executa consultas SPARQL dos tipos SELECT e ASK e expõe o grafo RDF no modelo tabular da ferramenta. O trabalho estabelece 12 critérios de aceitação e implementa a estratégia de tabela de propriedades particionada por classes para representar classes como tabelas e propriedades como colunas. O driver descobre metadados (classes e predicados mais frequentes), converte tipos XSD (XML Schema Definition) básicos para tipos nativos do Metabase e permite a parametrização com sintaxe de duplas chaves. A avaliação abrange oito endpoints SPARQL públicos, incluindo Wikidata, DBpedia e UniProt, com conectividade por HTTPS, incluindo cenários com certificado TLS (Transport Layer Security) inválido. Os testes confirmam a execução correta de SELECT e ASK e a criação de 8 visualizações (tabela, barras horizontais, barras verticais, rosca, linha, bolhas, número único e mapa) a partir de resultados tabulares. O projeto disponibiliza o dri ver como artefato JAR (Java Archive) e imagem Docker e utiliza fluxo de integração contínua com verificações estáticas, testes unitários e empacotamento automatizado. Os resultados indicam viabilidade técnica e utilidade prática para explorar grafos RDF no Metabase, reduzindo as barreiras entre SPARQL e ferramentas de BI. As principais limitações concentram-se no suporte apenas aos tipos XSD básicos, na ausência de suporte a endpoints com autenticação e na exibição limitada às classes mais frequentes no query builder; trabalhos futuros podem ampliar a cobertura de tipos, adicionar autenticação e evoluir a conversão da consulta visual para SPARQL.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26977
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Computaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectWeb semânticapt_BR
dc.subjectDados conectadospt_BR
dc.subjectBusiness intelligencept_BR
dc.subjectSPARQLpt_BR
dc.subjectRDFpt_BR
dc.subjectSemantic Webpt_BR
dc.subjectLinked Datapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA DA COMPUTACAOpt_BR
dc.titleDriver para visualização de dados RDF via SPARQL no Metabasept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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