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Estudo sobre biocombustíveis alternativos para Motor Ciclo Otto no Brasil, na Argentina e no Paraguai

dc.contributor.advisorReyes Cruz, Yordanka
dc.contributor.advisorCo1Aranda, Donato Alexandre Gomes
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9833601447849479pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2484115263109864pt_BR
dc.contributor.referee1Araújo, Carla Reis de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2917698533094693pt_BR
dc.contributor.referee2Viêgas, Carolina Vieira
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4606425390370438pt_BR
dc.creatorReis, Júlia Proença
dc.creatorSantos, Victória Guimarães Matos
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1552148057171535pt_BR
dc.date.accessioned2023-04-13T18:11:27Z
dc.date.available2026-05-16T03:01:51Z
dc.date.issued2022-12-20
dc.description.resumoOs motores à combustão interna com ignição por centelha, também conhecidos como motores de ciclo Otto, utilizam combustíveis fósseis não-renováveis para o seu funcionamento. Esses combustíveis possuem alto poder poluente, com altos níveis de emissões de gases de efeito estufa, além de serem finitos. Esses fatos trazem preocupações com a possibilidade de esses combustíveis deixarem de existir em um futuro próximo, mas, cada vez mais presentes estão a preocupação com o meio ambiente e a necessidade de realizar uma transição da matriz energética, tornando-se fundamental encontrar combustíveis alternativos, de origem renovável, para os motores. Neste cenário, o etanol de segunda geração, o biogás, o biometano e o hidrogênio surgem como alternativas para este problema, uma vez que são renováveis e menos poluentes que os combustíveis advindos do petróleo, podendo ser produzidos a partir de resíduos de outros processos. O objetivo proposto no presente trabalho é realizar um mapeamento no Brasil, na Argentina e no Paraguai em relação às diferentes qualidades de combustíveis que podem ser utilizadas em motores de ciclo Otto, de acordo com disponibilidade de recursos e incentivos governamentais. Dessa forma, foi possível avaliar como é feito o processo de conversão para a utilização dos combustíveis alternativos nos motores. Ao final, verificou-se o avanço do Brasil frente aos outros países, com plantas em escala comercial de etanol de segunda geração e contínuos investimentos em biogás e hidrogênio. Foi avaliado, também, que a Argentina e o Paraguai ainda devem se desenvolver e buscar investimentos, uma vez que não possuem plantas-piloto para alguns dos biocombustíveis avaliados.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/20188
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCombustíveis fósseispt_BR
dc.subjectCombustíveis alternativospt_BR
dc.subjectEtanolpt_BR
dc.subjectBiogáspt_BR
dc.subjectRotas Tecnológicaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICA::TECNOLOGIA QUIMICApt_BR
dc.titleEstudo sobre biocombustíveis alternativos para Motor Ciclo Otto no Brasil, na Argentina e no Paraguaipt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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