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Práticas alimentares e anemia ferropriva em escolares de 6 a 14 anos de duas escolas públicas de Niterói, Rio de Janeiro

dc.contributor.advisorVasconcelos, Jackeline Christiane Pinto Lobato
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6709287505525610pt_BR
dc.contributor.referee1Costa, Antônio José Leal
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8717846472721574pt_BR
dc.contributor.referee2Kale, Pauline Lorena
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9480822764994969pt_BR
dc.creatorBorges, Mayara Eringer
dc.creator.ID14901989707pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0062910072540420pt_BR
dc.date.accessioned2020-08-13T17:52:09Z
dc.date.available2026-05-16T03:03:01Z
dc.date.issued2017-03-21
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: No cenário atual em que o sobrepeso e a obesidade são uma relevante ameaça à saúde, a anemia ferropriva é considerada pela OMS (2001) um desvio nutricional grave e ainda presente na população mundial. De modo geral, uma dieta desprovida de quantidades suficientes de ferro é a principal causa de ocorrência desta doença. Outros fatores como práticas alimentares e condições socioeconômicas podem influenciar neste quadro que não se limita a ciclo de vida ou sexo podendo causar sérios danos à vida. OBJETIVO: Analisar a associação entre práticas alimentares e anemia ferropriva em escolares de 6 a 14 anos de duas escolas públicas do município de Niterói, Rio de Janeiro. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa descritiva e analítica, com abordagem quantitativa. Foi utilizado banco de dados da pesquisa “Associação entre o peso ao nascer e prevalência de sobrepeso, obesidade e hipertensão arterial em escolares residentes no município de Niterói, RJ”. Foram selecionados dados de 362 escolares entre 6 e 14 anos do banco de dados da pesquisa citada anteriormente com informações socioeconômicas e consumo de alimentos. Para diagnóstico de anemia foi utilizado critério determinado pela OMS (2001). RESULTADO: Entre os indivíduos com anemia, as maiores proporções foram para a faixa etária mais alta (entre 50% e 60% para os quatro critérios) e de meninas (de 60% a 66% para os quatro critérios). O consumo de feijão mostrou-se relacionado com a não ocorrência da anemia, pois para os escolares com anemia, 40% relataram consumir feijão poucas vezes na semana. Foi encontrada associação estatisticamente significativa entre ser amamentado e não apresentar anemia na idade de 6 a 14 anos. CONCLUSÃO: O consumo de alimentos in natura e a manutenção de práticas adequadas de alimentação são fatores importantes para evitar a ocorrência da anemia ferropriva; o aleitamento materno pode vir a evitar que o indivíduo desenvolva anemia na infância ou adolescência. Foi encontrada prevalência de anemia ferropriva acima do limite tolerável de 5% de ocorrência determinado pela OMS (2001) dentre os escolares deste estudo.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/12905
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Estudos em Saúde Coletivapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNutrição da criançapt_BR
dc.subjectAnemia ferroprivapt_BR
dc.subjectComportamento alimentarpt_BR
dc.subjectAbastecimento de alimentospt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::SAUDE PUBLICApt_BR
dc.titlePráticas alimentares e anemia ferropriva em escolares de 6 a 14 anos de duas escolas públicas de Niterói, Rio de Janeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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