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Is the right to mobility a right to the city? Examining a well-accepted planning paradigm

dc.citation.epage608pt_BR
dc.citation.spage603pt_BR
dc.citation.volume14pt_BR
dc.creatorLassance, Guilherme
dc.creatorFigueira, Patricia
dc.date.accessioned2026-10-30T00:23:58Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractIn many countries mobility is one of the pillars of public policies for urban development. The “right to mobility” has been assimilated to the very concept of the “right to the city” put forward by Henri Lefebvre a half century ago. However, based on recent surveys, the present paper intends to show that a greater offer of mobility can have the opposite effect of increasing the economic dependence of poor peripheries, thus contributing to the phenomenon of socio-spatial segregation. To show this perverse effect of mobility, we use the results drawn out from case studies located in the Metropolitan Region of Rio de Janeiro, Brazil. In this context, the areas with the greatest mobility offer correspond to those that are now more dependent and emptied of employment and daily urban life. This greater accessibility has the effect of transforming these better served areas into dormitory peripheries. In contrast, other areas, with much less mobility offer, are able to avoid this direct competition with the city center. In conclusion, the paper proposes a necessary revision of the concept of mobility as a foundation for urban development which became even more pressing under the current COVID-19 crisis.en
dc.description.resumoEm muitos países, a mobilidade é um dos pilares das políticas públicas de desenvolvimento urbano. O “direito à mobilidade” foi assimilado ao próprio conceito de “direito à cidade”, proposto por Henri Lefebvre há meio século. No entanto, com base em pesquisas recentes, este artigo pretende demonstrar que uma maior oferta de mobilidade pode ter o efeito oposto, aumentando a dependência econômica das periferias pobres e, consequentemente, contribuindo para o fenômeno da segregação socioespacial. Para ilustrar esse efeito perverso da mobilidade, utilizamos os resultados de estudos de caso realizados na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Brasil. Nesse contexto, as áreas com maior oferta de mobilidade correspondem às que se encontram mais dependentes e desprovidas de empregos e vida urbana cotidiana. Essa maior acessibilidade tem o efeito de transformar essas áreas mais bem servidas em periferias-dormitório. Em contrapartida, outras áreas, com oferta de mobilidade muito menor, conseguem evitar essa competição direta com o centro da cidade. Em conclusão, o artigo propõe uma necessária revisão do conceito de mobilidade como fundamento para o desenvolvimento urbano, que se tornou ainda mais premente diante da atual crise da COVID-19.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationLASSANCE, Guilherme; FIGUEIRA, Patricia. Is the right to mobility a right to the city? examining a well-accepted planning paradigm. Journal of civil engineering and architecture, Estados Unidos, v. 14, p. 603-608, 2020.pt_BR
dc.identifier.doi10.17265/1934-7359/2020.11.003pt_BR
dc.identifier.issn1934-7367pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/30005
dc.languageengpt_BR
dc.publisherDavid Publishing Companyen
dc.publisher.countryEstados Unidospt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquitetura e Urbanismopt_BR
dc.publisher.initialsDPCpt_BR
dc.relation.ispartofJournal of civil engineering and architectureen
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInner citiesen
dc.subjectDiscrimination in housingen
dc.subjectUrbanizationen
dc.subjectResidential mobilityen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMO::PROJETO DE ARQUITETUTA E URBANISMOpt_BR
dc.titleIs the right to mobility a right to the city? Examining a well-accepted planning paradigmen
dc.title.alternativeO direito à mobilidade é um direito à cidade? Analisando um paradigma de planejamento bem aceitopt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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