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Mulher negra e representatividade: uma análise das produções audiovisuais brasileiras em 2016

dc.contributor.advisorBarros, Chalini
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2809165635300769pt_BR
dc.contributor.referee1Schramm, Luanda
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8043243256627350pt_BR
dc.contributor.referee2Vidal, Elaine
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6743857347988993pt_BR
dc.creatorGuimarães, Joana Silvestre
dc.date.accessioned2019-05-09T20:40:13Z
dc.date.available2026-05-16T03:05:41Z
dc.date.issued2017-06-28
dc.description.resumoEste trabalho problematiza os estereótipos aplicados sobre a imagem das mulheres negras no Brasil e visa entender como, por trás do discurso de democracia racial, o racismo e o preconceito do país se tornaram instrumentos pelos quais são operadas opressões e limitações sobre elas que sofrem, por serem mulheres e por serem negras, com rotulações reducionistas feitas pelo senso-comum e reforçadas por produtos midiáticos. A pesquisa dedicou-se, então, a estudar quais espaços foram preenchidos por essas mulheres nas telenovelas e séries brasileiras produzidas em 2016. A análise foi feita através de estudos de caso mistos com base em dados qualitativos, embasado nos discursos tradicionais e virtuais. O objetivo do trabalho é, então, analisar os estereótipos de mulheres negras, dentro de gênero e raça, nessas produções. É constatado o avanço quantitativo no que tange personagens negras, mas ainda muito tímido no avanço qualitativo porque ainda as localizamos nos papeis de escrava, na doméstica e a mulher que tudo suporta. É possível enxergarmos, também, avanços relativos a um maior destaque de uma personagem negra protagonista e empoderada. Por outro lado, infelizmente, o estigma da sexualização e a força infinita da mulher negra se manteve – o que evidencia que a desmistificação racista do estereótipo feminino na mídia é um processo ainda em andamento.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationGUIMARÃES, Joana Silvestre. Mulher negra e representatividade: uma análise das produções audiovisuais brasileiras em 2016. 2017. 64 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Jornalismo) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/7853
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectNegrospt_BR
dc.subjectTelenovelapt_BR
dc.subjectEsteriótipos (Psicologia)pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAOpt_BR
dc.titleMulher negra e representatividade: uma análise das produções audiovisuais brasileiras em 2016pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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