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Extração de terras raras a partir de uma Monazita

dc.contributor.advisorYokoyama, Lidia
dc.contributor.advisorCo1Nascimento, Marisa
dc.contributor.referee1Valverde, Bianca de Souza Manhães
dc.contributor.referee2Carvalho, Ladimir José de
dc.creatorMerces Junior, Edson Alves das
dc.creatorFaria, Matheus Martins Pacheco
dc.date.accessioned2021-03-31T18:33:53Z
dc.date.available2026-05-16T03:06:42Z
dc.date.issued2021-03-01
dc.description.resumoOs Elementos de Terras Raras (ETRs ou TRs, apenas) possuem propriedades que permitem que estes desempenhem uma função crucial desde às ciências dos materiais avançadas até em tecnologias nucleares. O Brasil possui um importante papel na cadeia produtiva dessa commodity, por se tratar de um grande detentor mundial de reservas, contudo se produz e consome pouco desses produtos no país. Sendo assim, diversos estudos vêm sendo realizados para aumentar a produção destes no Brasil. Apenas três minerais são considerados principais nos quais a extração de TRs é viável: monazita, objetivo deste estudo, bastnasita e xenotima. Diversas técnicas hidrometalúrgicas são utilizados para extrair as TRs da monazita, como baking ácido, rota proposta no estudo. Contudo, monazita pode apresentar-se difundida com outras fases minerais, sendo assim, deve-se garantir o controle das condições operacionais a fim de reduzir a presença de contaminantes, como Fe e Th, nos licores de extração. O presente trabalho tem como objetivo avaliar as condições baking/lixiviação de TR, com solução de ácido sulfúrico, de uma amostra de monazita, a fim de garantir uma recuperação mais seletiva das TRs para minimizar a extração de ferro, cujo elemento é considerado um contaminante. Para tanto, duas bateladas de experimentos foram realizadas. Os primeiros resultados experimentais mostraram boas extrações para TR e Th, outro contaminante estudado, sendo estas máximas para o Th. As variáveis que influenciaram na seletividade da rota para a extração das TR frente ao ferro, foram temperatura de baking (TF), tempo de lixiviação (tL) e razão ácido/amostra (ACs). A segunda batelada de experimentos resultou em boas extrações para TR. Para o elemento Fe, os resultados evidenciaram a possibilidade do controle da seletividade, assim, dentro das variáveis propostas é possível garantir uma boa extração de TR minimizando a extração do Fe. As condições ótimas de operação para o baking sulfúrico, maximizando a seletividade na extração de TR, foram TF (600oC a 900oC) e ACs (0,1 a 0,4), levando em conta que a variável tL se mostrou pouco significante, sendo constante e igual a 40 min. Por fim, um estudo termodinâmico foi conduzido a fim de esclarecer o comportamento das reações envolvidas para a rota propos.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/13966
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMineralogiapt_BR
dc.subjectQuímica analíticapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE MINAS::PESQUISA MINERALpt_BR
dc.titleExtração de terras raras a partir de uma Monazitapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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