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Mapeamento geológico da Serra Paraíso, Campos Gerais, Minas Gerais

dc.contributor.advisorPaciullo, Fabio Vito Pentagna
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2359234904362347pt_BR
dc.contributor.referee1Schmitt, Renata da Silva
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2313290767284040pt_BR
dc.contributor.referee2Nunes, Rodrigo Peternel Machado
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0209228687442862pt_BR
dc.creatorCarvalho, Marcos Vinicius Monteiro de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3490919757616009pt_BR
dc.date.accessioned2018-07-17T16:15:47Z
dc.date.available2026-05-16T03:03:52Z
dc.date.issued2010-04
dc.description.resumoO contexto geológico da região estudada relaciona-se com o Complexo Campos Gerais e com sucessões metassedimentares siliciclásticas das nappes Varginha-Guaxupé e Luminárias - São Tomé das Letras - Carmo da Cachoeira. O objetivo desse trabalho foi confecção do mapeamento geológico e estrutural da Serra do Paraíso e adjacências. Foram reconhecidas quatro unidades: 1- Embasamento composto por ortognaisses migmatíticos arqueanos/paleoproterozóicos representando o Complexo Campos Gerais; 2 - Paragnaisses, representados por (hornblenda) biotita gnaisse; 3 - Quartzito com intercalações de muscovita xisto cinzento; 4 – Metagrauvaca. As três últimas unidades são relacionadas a Sucessões Metassedimentares Neoproterozoicas. As duas primeiras unidades metassedimentares são semelhantes àquelas encontradas nas unidades basais da Sequência Carrancas, Megassequência Andrelandia e as metagrauvacas com a Formação Samburá do Grupo Bambuí. Foram reconhecidas três fases de deformação. A fase D1 gerou uma grande dobra em bainha, dobras parasíticas simétricas fechadas a isoclinais, foliação principal continua S1 e lineação de estiramento L1 evidenciando transporte tectônico para ESE. A fase D2 está representada por uma grande dobra antiformal assimétrica plungeante inclinada para sul, vergência para norte e eixos com mergulhos para E ou W, além de uma xistosidade plano axial S1+2. A fase D3 redobra as estruturas anteriores em dobras abertas simétricas plungeantes para sul e planos axiais subverticais. O metamorfismo é representado por fácies xisto verde-anfibolito (hornblenda verde escura) com retrometamorfismo na fácies xisto verde (muscovita, clorita, estilpnomelana).pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4358
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectComplexo Campos Geraispt_BR
dc.subjectSucessões Metassedimentares Neoproterozoicaspt_BR
dc.subjectnappespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.titleMapeamento geológico da Serra Paraíso, Campos Gerais, Minas Geraispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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