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A paisagem cultural na lista do patrimônio mundial: a consolidação de uma tipologia patrimonial entre rupturas e permanências na atuação da UNESCO

dc.contributor.advisorRibeiro, Rafael Winter
dc.contributor.advisorLatteshttps://lattes.cnpq.br/3487625487385752pt_BR
dc.contributor.referee1Sampaio, Júlio Cesar Ribeiro
dc.contributor.referee2Rodrigues, Juliana Nunes
dc.contributor.referee3Aguiar, Leila Bianchi
dc.contributor.referee4Castro, Iná Elias de
dc.creatorSilva, Jardel Sandy da Silva
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/7857864154018071pt_BR
dc.date.accessioned2026-03-05T19:34:43Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:59Z
dc.date.issued2019-09-30
dc.description.abstractThe World Heritage Convention signed by several countries in 1972 formalized with its main provision, the World Heritage List, the protection of natural and cultural heritage considered to be of international relevance. With the annual registration of properties from 1978 onwards, the quantitative discrepancy between natural and cultural properties was made clear early on, with the predominance of the latter group. From the need to seek the elaboration of a more balanced list and from the efforts to discuss strategies to encourage natural heritage applications, the question emerged: how to contemplate sites that would be holders of interconnected natural and cultural values? At this time, the idea of rural landscape, later called cultural landscape, began to be thought of more strongly in UNESCO. Against this backdrop, this doctoral thesis discusses how and why landscape was thought of as a way to articulate nature and culture on the World Heritage List. To this end, our methodology consisted of an analysis of UNESCO's official documents, such as dossiers of nominations, reports of the annual sessions of the World Heritage Center to recover the trajectory of the idea of landscape in the organization. We analyzed the cultural landscapes inscribed from 1993, the year of the first inscription, to 2018, seeking to trace the profile of the recognized landscapes. We compare the cultural landscape with another category of the World Heritage Convention that also contemplates natural and cultural values in the same property, but without a clear relationship between these values. The central idea of the work is that the adoption of the typology of cultural landscape for the purpose of inscription on the list allows us to think about UNESCO's performance both in terms of rupture and permanence in its practice.pt_BR
dc.description.resumoA Convenção para Proteção do Patrimônio Natural e Cultural assinada por vários países em 1972 formalizou com o seu principal dispositivo, a Lista do Patrimônio Mundial, a proteção de patrimônios naturais e culturais considerados de relevância internacional. Com a inscrição anual de bens a partir de 1978 ficou clara, precocemente, a discrepância quantitativa entre bens naturais e culturais inscritos, com a predominância deste último grupo. Da necessidade de se buscar a elaboração de uma lista mais equilibrada e dos esforços de discutir estratégias para o incentivo a candidaturas de patrimônios naturais emergiu a questão: como contemplar sítios que seriam detentores de valores naturais e de valores culturais interligados? Neste momento a ideia de paisagem rural, posteriormente chamada de paisagem cultural, passou a ser pensada mais fortemente na UNESCO. Diante deste quadro, esta tese de doutorado discute como e porque a paisagem foi pensada como caminho para articular natureza e cultura na Lista do Patrimônio Mundial. Para tanto, nossa metodologia consistiu em análise dos documentos oficiais da UNESCO, como dossiês de candidaturas, relatórios das sessões anuais do Centro do Patrimônio Mundial para recuperar a trajetória da ideia de paisagem na organização. Analisamos as paisagens culturais inscritas de 1993, ano da primeira inscrição, até 2018, buscando traçar o perfil das paisagens reconhecidas. Confrontamos a paisagem cultural com outra categoria da Convenção do Patrimônio Mundial que também contempla os valores naturais e culturais em um mesmo bem, mas sem que haja uma relação clara entre estes valores. A ideia central do trabalho é de que a adoção da tipologia de paisagem cultural para fins de inscrição na lista permite pensar a atuação da UNESCO tanto em termos de ruptura, quanto de permanências na sua práticapt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Jardel Sandy da. A paisagem cultural na lista do patrimônio mundial: a consolidação de uma tipologia patrimonial entre rupturas e permanências na atuação da UNESCO. 179 p. Tese (doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geografia, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/28752
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPaisagens culturaispt_BR
dc.subjectPatrimônio culturalpt_BR
dc.subjectUnescopt_BR
dc.subjectCultural propertypt_BR
dc.subjectCultural landscapespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANApt_BR
dc.titleA paisagem cultural na lista do patrimônio mundial: a consolidação de uma tipologia patrimonial entre rupturas e permanências na atuação da UNESCOpt_BR
dc.typeTesept_BR

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