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Interpretação dos pulsos de halocinese a partir da análise dos padrões estratais da seção drifte no alto externo da Bacia de Santos

dc.contributor.advisorFigueiredo, Jorge de Jesus Picanço de
dc.contributor.advisorCo1Brêda, Thaís Coelho
dc.contributor.referee1Ramos, Renato Rodriguez Cabral
dc.contributor.referee2Souza, Ian Cerdeira de Oliveira
dc.creatorAlves, Mariana de Melo
dc.date.accessioned2024-01-25T13:00:12Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:03Z
dc.date.issued2024-01
dc.description.resumoA Bacia de Santos está localizada na região sudeste da margem continental brasileira, sendo considerada a principal bacia produtora nacional de petróleo e gás natural. Essa bacia pode ser relacionada à tafrogenia cretácea da porção oeste do supercontinente Gondwana que culminou com a sua ruptura e geração dos continentes sulamericano e africano. Após a descoberta do play Pré-sal, observou-se nitidamente um aumento na procura pelos seus blocos exploratórios. O presente estudo tem como objetivo aprimorar a compreensão acerca da movimentação dos domos salinos, os quais desempenham um importante papel no sistema petrolífero. Com base nessas informações, é possível escolher com mais eficiência onde os poços serão perfurados e consequentemente diminuir os riscos exploratórios e altos custos operacionais envolvidos na fase exploratória. Neste trabalho, foram requisitados os dados da malha sísmica "R0258_2D_SPEC_PSDM_BM_S”, com 222 linhas nas direções NE-SW e NW-SE e dados de 62 poços perfurados na Bacia de Santos, dos quais foram selecionados 25 linhas sísmicas e 6 poços. As linhas sísmicas foram interpretadas no software Petrel 2020 ™Schlumberger com o auxílio do atributo TecVa e os poços foram carregados no projeto sísmico. Os resultados obtidos possibilitaram a geração de mapas de contornos estruturais dos horizontes (topo do sal e discordância), de um mapa de isópacas entre os horizontes mapeados e a elaboração de um desenho esquemático para representar a variação dos pulsos halocinéticos dos diápiros analisados. A análise evolutiva dos pulsos halocinéticos com base na terminação dos refletores e nos horizontes chaves permite concluir que a halocinese na Bacia de Santos varia consideravelmente no tempo e no espaço.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22429
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEvaporitospt_BR
dc.subjectHalocinesept_BR
dc.subjectSeção driftept_BR
dc.subjectPós-salpt_BR
dc.subjectBacia de Santospt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.titleInterpretação dos pulsos de halocinese a partir da análise dos padrões estratais da seção drifte no alto externo da Bacia de Santospt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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