“Sou Kambeba e existo sim”: a poesia indígena de Márcia Kambeba como prática literária de (re)existência
| dc.contributor.advisor | Amorim, Marcel Alvaro de | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/3847631843846476 | pt_BR |
| dc.creator | Santos, Julya Sampaio Ribeiro dos | |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/2138721308134094 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-08-14T19:58:01Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:00:30Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.resumo | Cada vez mais, as literaturas indígenas têm constituído como um amplo espaço literário no qual textos são evocados para a manutenção da luta e para a ressignificação cultural e identitária dos povos que a praticam. Dentre os autores dessa literatura, Márcia Kambeba tem se destacado por refratar, em suas poesias, a luta dos povos originários através dessa identidade cultural e saberes ancestrais. Nesse sentido, este trabalho tem por objetivo analisar a poesia de Márcia Wayna Kambeba, escritora indígena brasileira, como prática literária de reexistência (Souza, 2011; Amorim e Silva, 2019; Amorim et al., 2022). Em vista disso, dialogo com as teorias literárias indígenas (Dorrico, 2020, 2022; Graúna, 2013, Potiguara, 2024; Munduruku, 2017) sobre os letramentos de reexistência (Souza, 2011; Amorim e Silva, 2019; Amorim et al., 2022) e as ideias do Círculo de Bakhtin (Bakhtin, 2002, 2010; Volóchinov, 2013). Com base nesse arcabouço, foram analisados quatro poemas da autora, da obra Ay Kakyri Tama: Eu moro na cidade, selecionados a partir da relação de (re)existência através da identidade e saberes ancestrais. Ao final da análise, foi perceptível que os poemas se inscrevem como práticas literárias de (re)existências a partir do modo pelo qual a sua poesia resgata, ressignifica e reafirma os saberes ancestrais e a identidade cultural de seu povo, fazendo do espaço literário um lugar de sobrevivência que (re)existe diante das forças deslegitimadoras e centralizadoras de um discurso dominante colonizador. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/26674 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Literaturas indígenas | pt_BR |
| dc.subject | Poesia indígena | pt_BR |
| dc.subject | Letramento de reexistência | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS | pt_BR |
| dc.title | “Sou Kambeba e existo sim”: a poesia indígena de Márcia Kambeba como prática literária de (re)existência | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |