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Desenvolvimento de carreadores lipídicos nanoestruturados contendo galato de metila

dc.contributor.advisorRamos, Mônica Freiman de Souza
dc.contributor.advisorCo1Vaucher, Arianne Cunha dos Santos
dc.contributor.advisorCo1Latteshttps://lattes.cnpq.br/5424025771556281pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttps://lattes.cnpq.br/4138031641064243pt_BR
dc.contributor.referee1Miguel, Ângelo Samir Melim
dc.contributor.referee1Latteshttps://lattes.cnpq.br/2990810310846568pt_BR
dc.contributor.referee2Ortiz, Gisela Maria Dellamora
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/4676858489448821pt_BR
dc.contributor.referee3Silva, Kattya Gyselle de Holanda e
dc.contributor.referee3Latteshttps://lattes.cnpq.br/1504062128168961pt_BR
dc.contributor.referee4Moura, Mirian Ribeiro Leite
dc.contributor.referee4Latteshttps://lattes.cnpq.br/0808542988250267pt_BR
dc.creatorLima Neto, Marcelle Soares
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/7128530148162871pt_BR
dc.date.accessioned2026-03-07T01:18:18Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:59Z
dc.date.issued2023-12-19
dc.description.resumoO galato de metila (GM) é um composto fenólico lipofílico, quimicamente descrito como metil 3,4,5-trihidroxibenzoato, com fórmula molecular C8H8O5 e massa molar de 184,15 g/mol. Esse composto é amplamente distribuído na natureza e sua ocorrência foi relatada em diversas espécies vegetais, como exemplo Terminalia myriocarpa, Schinus terebinthifolius, Rosa rugosa, Mangifera indica, mas também pode ser obtido por síntese química. Na literatura são descritas diversas atividades biológicas relacionadas ao GM, como: atividades antioxidantes, antibacterianas, anti-inflamatórias, citotóxicas, antialérgicas, antiasmáticas, anticancerígenas, antiapoptóticas, antitumorais, entre outras. Embora demonstre grande potencial terapêutico, o GM apresenta baixa solubilidade em meios aquosos, característica que compromete sua distribuição em meios biológicos. A nanotecnologia tem sido uma alternativa utilizada para mitigar o efeito de baixa solubilização, além de apresentar vantagens como controle da quantidade e velocidade de liberação do fármaco/bioativo no organismo (liberação sustentada) quando comparada às formas farmacêuticas convencionais, além de possuir uma relação superfície-volume maior do que as formulações convencionais podendo melhorar a distribuição, biodisponibilidade, capacidade de direcionamento e eficácia. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de carreadores lipídicos nanoestruturados (CLN) contendo GM. Inicialmente foi realizado um levantamento bibliográfico nas bases PubMed (MEDLINE), Web of Science e Scopus com os termos “lipid nanoparticles” (#3), “nanostructured lipid carriers” (#4), “lipid carriers” (#5), “solid lipid nanoparticles” (#6), empregando o operador booleano “AND” associado ao termo “methyl gallate” (#1). Os CLN foram obtidos por microemulsão à quente seguido de homogeneização de alto cisalhamento, a partir de monoestearato de glicerila/ácido oleico (1:3 e 2:3) e Tween 80/Compritol® 888ATO (1:1) contendo GM (0,1 g). Os CLN foram caracterizados macroscopicamente e pelas técnicas de espalhamento de luz dinâmico (DLS), análise termogravimétrica (ATG), calorimetria exploratória diferencial (DSC) e difratometria de raios X (DRX). A pesquisa bibliográfica nas 3 bases gerou um total de 2.197 registros e, após a seleção e análise não foi obtido nenhum registro em que GM fosse veiculado em CLN. Os CLN desenvolvidos apresentaram um reflexo de aspecto cinza-azulado, com valores de pH variando de 3,78 a 5,82. Os valores médios dos CLN com e sem GM foram: tamanho de partícula variando entre 178,52 e 317,18 nm, índice de polidispersão de 0,232 ± 0,03 a 0,687 ± 0 e potencial zeta de -16,01 ± 3,94 a -18,88 ± 5,04. As caracterizações por ATG e DSC demonstraram que houve interação entre o GM e os componentes dos CLN, pois foram observadas reduções nas entalpias de fusão das matérias-primas isoladas frente as dos CLN. Os baixos índices de recristalização (IR) dos CLN sugeriram a incorporação do GM nos CLN, sendo o CLN (MEG/AO) o de menor IR. Somado a isso, os resultados de DRX reforçaram que GM pode estar incorporado a estrutura mais amorfa proporcionada pelos CLN. Por fim, os resultados obtidos demonstraram que o CLN (MEG/AO) desenvolvido por microemulsão à quente seguido de homogeneização de alto cisalhamento foi o carreador que apresentou as melhores características físico-químicas, sendo uma alternativa promissora e viável para o carreamento nanométrico do GM.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationLIMA NETO, Marcelle Soares. Desenvolvimento de carreadores lipídicos nanoestruturados contendo galato de metila. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Farmácia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/28778
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Farmáciapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLipídeospt_BR
dc.subjectCompostos fenólicospt_BR
dc.subjectSistemas de liberação de medicamentospt_BR
dc.subjectLipidspt_BR
dc.subjectPhenolic compoundspt_BR
dc.subjectDrug delivery systemspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FARMACIA::FARMACOTECNIApt_BR
dc.titleDesenvolvimento de carreadores lipídicos nanoestruturados contendo galato de metilapt_BR
dc.title.alternativeDevelopment of nanostructured lipid carriers containing methyl gallatept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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