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Avaliação da ingestão de cafeína de fontes alimentares e não alimentares em atletas do município de Macaé

dc.contributor.advisorLeite, Tiago Costa
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7028288588643689pt_BR
dc.contributor.referee1Matos, Alessandra Alegre de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9969898841778069pt_BR
dc.contributor.referee2Oliveira, Renata Borba de Amorim
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4871566247678443pt_BR
dc.creatorCarvalho, Andreza Burlamaque Borges de
dc.date.accessioned2022-05-30T19:18:20Z
dc.date.available2026-05-16T03:07:05Z
dc.date.issued2021
dc.description.resumoIntrodução: A cafeína é uma substância ergogênica lícita amplamente consumida por atletas. O seu efeito ergogênico ocorre independente da fonte consumida ser alimentar ou não. Um consumo habitual de cafeína por fontes alimentares dentro da faixa ergogênica pode minimizar a indicação da sua suplementação. Objetivo: Avaliar a ingestão de cafeína em atletas do município de Macaé. Metodologia: Trata-se de um modelo transversal descritivo, realizado com triatletas e ciclistas, do sexo masculino, com idade entre 18 e 55 anos. Quinze participantes foram selecionados e submetidos a uma avaliação a partir de questionário de frequência de consumo de cafeína (Landrum, 1992), a fim de identificar o uso da cafeína (fontes alimentares e não alimentares). O consumo de cafeína foi estimado em miligramas/dia, para, assim, classificar cada atleta quanto a sua ingestão, em baixo, moderado ou alto consumidor de cafeína (EFSA, 2015). Os resultados foram analisados a partir do recurso Microsoft Office Excel ® 2016. Resultados: O consumo médio de cafeína (n=15) foi de 246,2 ±158,85 mg/d, com uma variação grande do consumo entre os atletas. Sendo que, 70% dos ciclistas e 60% dos triatletas obtiveram as suas fontes de cafeína exclusivamente de fontes alimentares. Dentro os atletas (n=15), 40% são classificados como “baixo”, outros 40% como “moderado” e 20% como “alto” consumidores de cafeína. Conclusão: O consumo de cafeína se deu, principalmente, pelas fontes alimentares, tendo maior destaque para o café, chocolate ao leite e refrigerante tipo cola, já o consumo de fontes não alimentares foi baixo. Uma avaliação nutricional minuciosa por parte do nutricionista é uma ferramenta importante para a melhor compreensão das necessidades do atleta.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationCARVALHO, Andreza Burlamaque Borges de. Avaliação da ingestão de cafeína de fontes alimentares e não alimentares em atletas do município de Macaé. 2021. 58 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Nutrição) - Instituto de Alimentação e Nutrição, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Macaé, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/17033
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Alimentação e Nutriçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCaffeineen
dc.subjectAthletesen
dc.subjectNutrition assessmenten
dc.subjectPerformance-enhancing substancesen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAO::BIOQUIMICA DA NUTRICAOpt_BR
dc.titleAvaliação da ingestão de cafeína de fontes alimentares e não alimentares em atletas do município de Macaépt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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