Qual a cor da loucura?: primeiros percursos historiográficos acerca das expectativas sociais da população negra no Hospício de Pedro II (1860-1870)
| dc.contributor.advisor | Gomes, Flávio dos Santos | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/0005791997581423 | pt_BR |
| dc.creator | Silva, Matheus Rodrigues da | |
| dc.date.accessioned | 2022-06-07T12:14:40Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:07:06Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description.resumo | Esta pesquisa visa uma breve análise acerca das possibilidades iniciais de pesquisa histórica com relação aos estudos de expectativas sociais e possíveis narrativas de trajetórias de indivíduos pretos – livres, libertos e cativos – presentes no antigo Hospício de Pedro II. Na intenção de compreender possíveis tensões sociais, vivenciadas dentro deste espaço físico e/ou referente a ele entre os anos de 1860 e 1870. Para tanto, serão mobilizadas fontes provenientes não somente a partir dos chamados dossiês de internação, aos quais contém preciosas informações dos antigos prontuários médicos da instituição, e que em sua maioria encontram-se sob a guarda do Arquivo Permanente do Centro de Documentação e Memória do Instituto Municipal Nise da Silveira (CDM-IMNS), todavia o contraponto com outras fontes como: livros de matrícula e outras bibliografias. Uma breve hipótese é que as denominadas “práticas de internação” deste hospício estariam alinhadas com as experiências de repressão em relação à população negra durante a segunda metade do século XIX e que tão pouco a vida dos negros presentes neste espaço estaria resumida a uma presença puramente passiva. Assim, o estudo acerca das experiências destes sujeitos adquire relevância histórica no sentido de uma construção de narrativas históricas de agência e resistência para com as dinâmicas de um sistema escravista em curso, suas representações e as práticas relacionadas às doenças (mentais), e, sobretudo, como as mesmas podem compreendidas enquanto fenômenos socioculturais dentro de uma perspectiva de pesquisa historiográfica. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/17067 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de História | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | História do Brasil | pt_BR |
| dc.subject | Escravidão | pt_BR |
| dc.subject | Hospitais psiquiátricos | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL | pt_BR |
| dc.title | Qual a cor da loucura?: primeiros percursos historiográficos acerca das expectativas sociais da população negra no Hospício de Pedro II (1860-1870) | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |