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Determinação de dose em órgãos críticos expostos aos raios x em exames de radiologia panorâmica utilizando dosimetria termoluminescente

dc.contributor.advisorAlmeida, Claudio Domingues de
dc.contributor.referee1Santos, Josilene Cerqueira
dc.contributor.referee2Alencar, Marcus Alexandre Vallim de
dc.creatorLisboa, Bruno Fabricio de Oliveira
dc.date.accessioned2026-07-16T18:54:27Z
dc.date.available2026-07-18T03:00:11Z
dc.date.issued2020
dc.description.resumoA radiografia panorâmica é a modalidade de exame que permite analisar estruturas como o complexo mandibular, maxilar e os dentes em uma só imagem e por isto é uma técnica bastante recorrente no processo de diagnóstico de condições ortodônticas. As doses de radiação devidas à radiografia odontológica são relativamente baixas quando comparadas a outras modalidades de radiografias médicas. Entretanto, por considerar a radiossensibilidade de alguns órgãos críticos, sua interação com a radiação ionizante pode ter algum efeito prejudicial, ainda mais considerando os efeitos biológicos estocásticos da radiação, que independem de um limiar de dose. Desta forma, a dosimetria na área odontológica é importante. O objetivo deste estudo foi determinar a dose absorvida nos órgãos críticos (glândulas salivares, tireoide, hipófise e cristalinos) expostos durante o exame de radiologia panorâmica convencional e digital. A dose foi medida utilizando dosímetros termoluminescentes, calibrados no ar e utilizando um meio espalhador. Os resultados na modalidade convencional mostraram que em ambos os casos o fator de calibração é igual. Os TLD foram colocados em espaços correspondentes ao tecido de interesse em um simulador antropomórfico (simulador Aton). Os órgãos críticos que absorveram maior quantidade de radiação foram as glândulas salivares, com destaque para a parótida. A dose na tireoide pode receber contribuição da radiação primaria, porém com a colimação adequada deveria absorver somente radiação secundária. As doses absorvidas na hipófise e as doses de entrada na pele nos cristalinos são devidas apenas a radiação secundária. Ocorreu uma tendência de doses maiores nos exames realizados em equipamentos convencionais, ao contrário do que é encontrado na literatura.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/29645
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRadiografia panorâmicapt_BR
dc.subjectDosimetriapt_BR
dc.subjectDose absorvidapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::FISICApt_BR
dc.titleDeterminação de dose em órgãos críticos expostos aos raios x em exames de radiologia panorâmica utilizando dosimetria termoluminescentept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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