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Caracterização de rajadas extremas de vento na cidade do Rio de Janeiro e contribuições sinóticas e termodinâmicas relacionadas às frentes frias associadas

dc.contributor.advisorMenezes, Wallace Figueiredo
dc.contributor.advisorCo1Vasconcellos, Fernanda Cerqueira
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8171181328629852pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8469752874332453pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Fabrício Polifke da
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6798831594413989pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Wanderson Luiz
dc.creatorLa Rocque, Fernando Augusto Eulálio de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4422591796837728pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-27T12:54:37Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:09Z
dc.date.issued2024
dc.description.resumoEventos de ventos extremos (VEs) representam um dos fenômenos meteorológicos de maior impacto nas atividades humanas. Este estudo investigou os eventos de VEs no município do Rio de Janeiro entre 2010 e 2022, com o objetivo de identificar os principais sistemas meteorológicos responsáveis por esses fenômenos e caracterizar as condições dinâmicas e termodinâmicas associadas. Inicialmente, foram analisados dados de estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), considerando como VEs aqueles cuja rajada máxima diária superou o percentil 99 (P99). Uma análise inicial por meio de cartas sinóticas e imagens de satélite apontou que 23,6% dos eventos estavam associados à passagem de frentes frias (FFs). Com base nessa descoberta, saídas de reanálise do Climate Forecast System Reanalysis (CFSR) e do Climate Forecast System Version 2 (CFSv2) foram empregadas para caracterizar mais detalhadamente os VEs relacionados às FFs. A investigação de compostos sinóticos revelou um cavado bem definido em 500 hPa a oeste do cavado de pressão ao nível médio do mar (PNMM), indicando a presença de baroclinia entre a superfície e 500 hPa. Além disso, foi identificado um gradiente de PNMM praticamente zonal na região do Rio de Janeiro. Essa configuração possui impacto relevante na direção e na intensidade dos ventos. Também se constatou a presença de uma região baroclínica entre os médios e altos níveis da troposfera. Verificou-se que a cidade do Rio de Janeiro estava, em média, posicionada próxima à entrada equatorial do jato em 200 hPa, uma configuração que favorece a ascensão do ar e a formação de tempestades, em conjunto com outras condições atmosféricas. A análise de índices termodinâmicos que se associam mais especificamente a casos de ventos intensos, como KO e IE, reforçou que a termodinâmica local contribui para a formação de tempestades na região, embora sem severidade.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26879
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMeteorologiapt_BR
dc.subjectVentos Extremospt_BR
dc.subjectFrentes friaspt_BR
dc.subjectRio de Janeiropt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::METEOROLOGIApt_BR
dc.titleCaracterização de rajadas extremas de vento na cidade do Rio de Janeiro e contribuições sinóticas e termodinâmicas relacionadas às frentes frias associadaspt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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