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Análise do perfil de macrófagos no baço de cães naturalmente infectados com L. infantum

dc.contributor.advisorMorgado, Fernanda Nazaré
dc.contributor.advisorCo1Souza, Tainã Luís de
dc.contributor.referee1Suarez, Marisa Carvalho
dc.contributor.referee2Almeida, Renato Porrozzi de
dc.creatorSantos, Larissa Suzana Silva dos
dc.date.accessioned2023-11-06T14:50:08Z
dc.date.available2026-05-16T03:02:40Z
dc.date.issued2023-07-28
dc.description.resumoA leishmaniose visceral (LV) constitui um importante problema de saúde pública devido à grande quantidade de pessoas sob risco de infecção e a alta letalidade quando não tratada. O cão doméstico é considerado o principal reservatório no ambiente urbano e pode apresentar infecção progressiva e alta carga parasitária em diversos tecidos. O baço tem sido descrito como um dos órgãos mais afetados na LV canina, apresentando reação granulomatosa, desorganização da polpa branca esplênica, aumento da expressão de metalopeptidase-9 (MMP9) e persistência parasitária. Macrófagos M2 e macrófagos exaustos já foram descritos no baço, porém em outros modelos de infecção. Na leishmaniose, estes perfis celulares poderiam servir como sítios de escape para a leishmania funcionando como locais para a sua replicação. Este estudo teve como objetivo analisar qualitativa e quantitativamente os perfis de macrófagos exaustos, M1 e M2 no baço de cães naturalmente infectados com L. infantum, correlacionando os dados encontrados com o nível de desorganização da polpa branca esplênica (PBE), carga parasitária e sintomatologia. O baço de trinta e um cães com diagnóstico confirmado de LVC foram incluídos no estudo. As células foram isoladas e analisadas por citometria de fluxo. Além disso, amastigotas e a expressão de arginase-1 foram co-localizadas in situ por imunofluorescência. Amastigotas foram observadas no interior de células com expressão positiva e negativa da enzima arginase, mostrando que ambas podem favorecer a sobrevivência do parasito no meio intracelular. Houve redução de células M2 (CD14+arginase+) e aumento do perfil de exaustão (PD-L1+) em animais com pior quadro clínico e polpa branca desorganizada, respectivamente. Além disso, foram identificadas células arginase-1high. Houve correlação entre macrófagos exaustos (CD14+PD-L1+) e células arginase-1+ sugerindo uma associação entre estas duas vias de regulação no baço de cães naturalmente infectados com L. infantum. Os dados sugerem ainda que ambos mecanismos de regulação contribuem para o dano tecidual e progressão da doença.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationSANTOS, Larissa Suzana Silva dos. Análise do perfil de macrófagos no baço de cães naturalmente infectados com L. infantum. 2023. 40 f. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Ciências Biológicas: Biotecnologia) - Campus Duque de Caxias Professor Geraldo Cidade, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22004
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Duque de Caxias Professor Geraldo Cidadept_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCãespt_BR
dc.subjectLeishmaniose visceralpt_BR
dc.subjectBaçopt_BR
dc.subjectLeishmania infantumpt_BR
dc.subjectMacrófagopt_BR
dc.subjectImunopatologiapt_BR
dc.subjectArginasept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA::ZOOLOGIA APLICADApt_BR
dc.titleAnálise do perfil de macrófagos no baço de cães naturalmente infectados com L. infantumpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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