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Seu filho merece (Baton): o protecionismo à infância e a propaganda para crianças no Brasil contemporâneo

dc.contributor.advisorSilva Júnior, Amaury Fernandes da
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4122556035502006pt_BR
dc.contributor.referee1Santos, Suzy dos
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3210035960599086pt_BR
dc.contributor.referee2Rett, Lucimara
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1020341783834309pt_BR
dc.creatorBergamini, Juliana
dc.date.accessioned2016-07-25T19:13:16Z
dc.date.available2026-05-16T03:02:01Z
dc.date.issued2013-12-10
dc.description.resumoO Brasil contemporâneo assiste, nas últimas três décadas, a mudanças na dinâmica do mercado publicitário de produtos destinados a crianças e adolescentes. O cenário dos últimos anos se mostra cada vez mais restritivo para a forma de fazer propaganda voltada ao público infanto-juvenil. O presente trabalho monográfico busca entender o significativo aumento nas restrições impostas à publicidade de produtos infantis a partir da concepção de infância vigente na sociedade contemporânea. Através da pesquisa do historiador Philippe Ariès, na década de 1970, sobre a construção da noção de infância, compreende-se o nascimento de um sentimento associado à fragilidade e à inocência da criança, a partir do século XVIII, que tem como efeito o protecionismo. Essa percepção baseada na proteção da criança, trazida até os dias atuais, está presente em toda a lógica social: nas ações estabelecidas pelo Estado e através dos projetos de entidades não-governamentais, os quais são motivados pela concepção de infância frágil e inocente. Através de mecanismos como o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) a percepção de infância carente de cuidados é aplicada também à publicidade. A discussão toma como partidor o anúncio “Compre Baton”, de 1992, momento de maior liberdade criativa na propaganda para crianças; passando pelos comerciais veiculados entre 2006 e 2009, os quais já sofrem as implicações de uma regulamentação mais rígida, provocada por um reforma no Conar; chegando, finalmente, ao ano de 2013, onde se identifica uma tentativa de adaptação da publicidade à lógica protecionista. Este estudo tem por objetivo, portanto, fazer a conexão de algumas propagandas com a evolução da lógica protecionista e, a partir daí, demonstrar de que forma anunciantes vêm encontrando alternativas para se adaptar ao conceito de criança da sociedade contemporânea.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationBERGAMINI, Juliana. Seu filho merece (Baton): o protecionismo à infância e a propaganda para crianças no Brasil contemporâneo. 2013. 69 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Publicidade e Propaganda) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2013.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/675
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPropagandapt_BR
dc.subjectPropaganda infantilpt_BR
dc.subjectMarcapt_BR
dc.subjectBatonpt_BR
dc.subjectConselho Nacional de Autorregulamentação Publicitáriapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::RELACOES PUBLICAS E PROPAGANDApt_BR
dc.titleSeu filho merece (Baton): o protecionismo à infância e a propaganda para crianças no Brasil contemporâneopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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