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O impacto da pandemia sobre o endividamento das companhias brasileiras

dc.contributor.advisorSchommer, Susan
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6580812800890001pt_BR
dc.contributor.referee1Hemsley, Pedro James Frias
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5712583659751675pt_BR
dc.contributor.referee2Rocha, Romero Cavalcanti Barreto da
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7731191536528594pt_BR
dc.creatorAlencar, Bernardo Figueiredo Camara
dc.date.accessioned2021-08-17T18:31:03Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:39Z
dc.date.issued2021-01
dc.description.resumoNo início de 2020, uma pandemia causada pelo vírus Sars-Cov-2 se alastrou pelo mundo criando uma crise sanitária e econômica jamais vista. O fechamento de negócios considerados não essenciais e a restrição à mobilidade da população afetou negativamente a economia de todos os países, resultando, entre outras coisas, na contração do PIB e aumento do desemprego. Com a redução dos fluxos internos de suas operações e elevação da incerteza, a demanda por recursos externos das empresas aumentou consideravelmente, alterando a proporção da dívida na estrutura de capital das companhias. O impacto da pandemia e consequente mudança na estrutura de capital, porém, não afetou de forma homogênea todos os setores da economia. O objetivo deste trabalho é estudar, através da análise de dados de empresas e de um modelo econométrico, o impacto da pandemia sobre o endividamento das companhias brasileiras nos diferentes setores da bolsa de valores. Para tanto, é fundamental entender a base teórica da escolha de uma estrutura de capital; apresentar um panorama da economia após a disseminação do vírus e seu consequente efeito sobre as empresas; e analisar o impacto da pandemia no endividamento de cada setor através de um estudo econométrico. O estudo em questão inclui 76 empresas não financeiras, divididas em sete setores e o período estudado considera os dados de crosssection do segundo trimestre de 2020 e do segundo trimestre de 2019. Apesar de não ser possível determinar uma corrente teórica dominante, as regressões permitiram identificar considerável contraste na escolha de estrutura de capital entre os setores e os efeitos da pandemia sobre eles. Os setores de utilidades públicas e materiais básicos apresentaram um nível de endividamento elevado relativo aos demais setores, porém, o impacto da pandemia sobre o primeiro foi limitado enquanto no segundo foi considerável.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationALENCAR, Bernardo Figueiredo Camara. O impacto da pandemia sobre o endividamento das companhias brasileiras. 2021. 52 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/14802
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPandemicen
dc.subjectCapital structureen
dc.subjectDebten
dc.subjectCompaniesen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA REGIONAL E URBANApt_BR
dc.titleO impacto da pandemia sobre o endividamento das companhias brasileiraspt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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