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Impacto da glicação na formação de agregados da cobre/zinco superóxido dismutase 1 e sua relação com a esclerose lateral amiotrófica

dc.contributor.advisorEleutherio, Elis Cristina Araujo
dc.contributor.advisorCo1Follmer, Cristian
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0424533983577536pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7716423349207719pt_BR
dc.creatorSouza, Gabriel Freitas de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5574190903860988pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-20T20:10:39Z
dc.date.available2026-05-16T03:07:59Z
dc.date.issued2024
dc.description.resumoA esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença agressiva, progressiva e fatal que afeta os neurônios motores. A proteopatia da enzima Cu/Zn superóxido dismutase 1 (SOD1) é comum a todos os tipos de ELA (familial ou esporádica, ligadas ou não a mutações, respectivamente), sendo encontrada mal enovelada em regiões que apresentam degeneração nos pacientes. Além de ser uma enzima antioxidante, SOD1 regula outros processos que são importantes para o funcionamento do sistema nervoso central, como a resposta ao estresse oxidativo, a produção de espécies reativas de oxigênio pela cadeia respiratória, a expressão de genes de defesa antioxidante, o processamento de RNA e a glicólise aeróbica. Portanto, danos irreversíveis à SOD1, como oxidação e glicação, afetariam a estabilidade estrutural da SOD1, levando ao acúmulo de SOD1 mal enovelada e à consequente perda de função. Tendo em vista que o agente glicante metilglioxal (MGO), subproduto tóxico do metabolismo de carboidratos, é capaz de induzir a formação de agregados de proteínas ligadas às doenças neurodegenerativas, neste trabalho buscou-se avaliar o efeito do MGO na agregação da SOD1 humana WT e A4V, uma mutação agressiva para casos de ELA familial, e verificar se o açúcar trealose apresenta capacidade de inibir a agregação e proteger a proteína contra danos. Foi possível verificar que a trealose se mostrou eficaz na diminuição dos níveis de oligômeros de SOD1WT, realizando proteção contra danos mediados pelo MGO. Os resultados obtidos para a SOD1A4V mostraram a formação de espécies de alta massa molecular, maiores que os oligômeros de SOD1WT, formados durante a cinética de agregação, podendo ser a presença da mutação um fator essencial para a desestabilização da proteína e o desenvolvimento de espécies distintas das formadas para a SOD1WT. Além disso, o tratamento da SOD1A4V com trealose se mostrou eficaz para a diminuição da formação de espécies de alta massa molecular, mostrando a capacidade protetora deste açúcar contra a agregação.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26787
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEsclerose lateral amiotróficapt_BR
dc.subjectGlicaçãopt_BR
dc.subjectSOD1pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICApt_BR
dc.titleImpacto da glicação na formação de agregados da cobre/zinco superóxido dismutase 1 e sua relação com a esclerose lateral amiotróficapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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