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Distribuição e características de baixas polares sobre a península antártica e mares adjacentes

dc.contributor.advisorPalmeira , Ana Cristina Pinto de Almeida
dc.contributor.advisorCo1Menezes, Wallace Figueiredo
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8469752874332453pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1499618404385813pt_BR
dc.contributor.referee1Marton, Edilson
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4497712713563269pt_BR
dc.contributor.referee2Nunes, Ana Maria Bueno
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0608605487125183pt_BR
dc.creatorMelo, Anne de Carvalho Castro de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8078151902546664pt_BR
dc.date.accessioned2023-12-07T13:36:18Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:55Z
dc.date.issued2021
dc.description.resumoAs Baixas Polares (BP) são intensos ciclones marítimos de mesoescala (Rassmussen e Turner, 2003) que ocorrem, preferencialmente, em regiões de altas latitudes em ambos os hemisférios. Elas são caracterizadas por possuir uma escala horizontal inferior a 1000 km e velocidade do vento em superfície próximas, ou até mesmo superiores, àquelas da categoria do furacão (podendo ser classificadas pela escala Saffir-Simpson). Este tipo de ciclone de mesoescala possui curto tempo de vida, geralmente entre 12 e 36 horas (Smirnova et al. 2015). Associado a isto e à sua pequena extensão horizontal, sua identificação através de cartas sinóticas torna-se muito difícil. Este trabalho buscou realizar, para o ano de 2020, uma análise das trajetórias e frequẽncias de Baixas Polares sobre a Península Antártica assim como nos mares de Weddell, Bellingshausen e Amundsen além de analisar a variação sazonal de suas frequências. O rastreamento destes sistemas foi realizado com o auxílio do algoritmo TRACK (HODGES, 1994, 1995) com os dados de entrada da reanálise ERA 5 do European Centre for MediumRange Weather Forecasts (ECMWF). Os resultados foram condizentes com trabalhos anteriores e mostraram uma maior frequência durante o verão e menor frequência durante o inverno. Ademais, foi constatado que a grande maioria de Baixas Polares rastreadas foram do “tipo” nuvem vírgula. A maior densidade de Baixas Polares foi encontrada no Mar de Weddell, por outro lado, esta foi a região das BPs com menores deslocamentos. O estudo de caso realizado mostrou a contribuição de vários mecanismos em diferentes estágios do desenvolvimento da Baixa Polar analisada.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22161
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBaixas polarespt_BR
dc.subjectPenínsula Antárticapt_BR
dc.subjectVariação sazonalpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::METEOROLOGIApt_BR
dc.titleDistribuição e características de baixas polares sobre a península antártica e mares adjacentespt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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