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Caracterização de Folhelhos como Rochas Selantes

dc.contributor.advisorAbreu, Carlos Jorge de
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0298294865365128pt_BR
dc.contributor.referee1Barroso, Emílio Velloso
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9087393649043159pt_BR
dc.contributor.referee2Silva Júnior, Gerson Cardoso da
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4103236636522942pt_BR
dc.creatorFigueira, André Gustavo Beer de Andrade
dc.date.accessioned2018-06-29T14:08:19Z
dc.date.available2026-05-16T03:05:35Z
dc.date.issued2004
dc.description.resumoA capacidade de uma rocha agir como barreira à migração dos hidrocarbonetos é fundamental na configuração de uma trapa. São discutidos os mecanismos que controlam a eficiência da rocha selante em servir como barreira à migração e reter hidrocarbonetos. A pressão capilar medida através de ensaios de injeção de mercúrio em laboratório permite uma correlação com a pressão capilar em que ocorre a invasão do hidrocarboneto através dos poros da rocha selante. Essa pressão capilar pode agir como limitadora da quantidade de hidrocarboneto que pode ser retida abaixo da rocha selante. A partir de determinada espessura da coluna de hidrocarbonetos abaixo do selante a pressão de boiabilidade dos hidrocarbonetos excederia a pressão capilar, passando o selante a constituir então um meio de migração, perdendo sua capacidade de rocha capeadora. Outras formas de limitação de selantes podem ser avaliadas, como a presença de falhas, fraturas e outras heterogeneidades. As rochas com características mais dúcteis tem menor propensão à formação de fraturas, o que lhes confere boas características como selante, pois as fraturas tendem a aumentar a permeabilidade, ocasionando o vazamento de hidrocarbonetos através da rocha selante. A correlação de ensaios de compressão e condições de tensão em subsuperfície, permite predizer situações em que a integridade da rocha selante estaria comprometida. Neste trabalho foram analisadas duas amostras de folhelhos ricos em matéria orgânica das formações Irati e Ponta Grossa na Bacia do Paraná. Os resultados de testes de pressão capilar de injeção de mercúrio e os ensaios de compressão, foram analisados e comparados aos dados texturais e composicionais obtidos a partir da análise de lâminas delgadas, difratometria de raios-X e microscopia eletrônica de varredura. A amostra da Formação Ponta Grossa apresentou boa qualidade tanto em ensaios de pressão capilar quanto de compressão, demonstrando ser um bom selante. A amostra da Formação Irati embora tenha apresentado boas características quanto à pressão capilar, a sua propensão ao fraturamento constitui um fator de risco.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4169
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFolhelhospt_BR
dc.subjectBacia do Paranápt_BR
dc.subjectFormação Iratipt_BR
dc.subjectFormação Ponta Grossapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::SEDIMENTOLOGIApt_BR
dc.titleCaracterização de Folhelhos como Rochas Selantespt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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