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Litogeoquímica, petrografia e aspectos de Campo dos Basaltos da porção oeste da Bacia do Parnaíba - Maranhão, Brasil

dc.contributor.advisorAlmeida, Cícera Neysi de
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0878609222243870pt_BR
dc.contributor.referee1Mendes, Julio Cezar
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2278221700182008pt_BR
dc.contributor.referee2Valente, Sérgio de Castro
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7049948512331299pt_BR
dc.creatorVilhena, Juliana Ferreira de Mello
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7941723616996808pt_BR
dc.date.accessioned2019-04-15T14:24:19Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:40Z
dc.date.issued2019-02
dc.description.resumoA Bacia do Parnaíba registra dois grandes eventos magmáticos ao longo do tempo geológico, resultados da fragmentação de Pangea – associado aos basaltos da Formação Mosquito de idade Juro-Triássica – e da fragmentação de Gondwana – associado às rochas básicas da Formação Sardinha de idade Cretácea. As feições de campo observadas para os basaltos da Formação Mosquito evidenciam interação vulcano-sedimentar registradas por peperitos e diques de injeção, as quais indicam a contemporaneidade entre sedimento e derrame. A análise petrográfica realizada para as rochas vulcânicas revelam texturas equigranular a inequigranular porfirítica, hipocristalina a localizadamente holocristalina secundária, hipidiomórfica, intergranular, intersetal, ofítica, subofítica e estrutura notavelmente amigdaloidal. A assembleia mineralógica é constituída essencialmente por plagioclásio, piroxênio, ± olivina e ± K-feldspato. As fases menores são representadas por minerais opacos e apatita. Os minerais secundários ocorrem alterando fases minerais primárias e preenchendo cavidades, sendo compostos por minerais opacos, anfibólio, iddingsita, bowlingita, talco, leucoxênio, epidoto, sericita, caulinita, clorita, zeólita, calcita, quartzo e celadonita. Estas rochas tiveram duas fases de cristalização, formando os fenocristais e, posteriormente, a matriz. As texturas observadas nos minerais da matriz denotam as condições de resfriamento em superfície e as texturas dos fenocristais revelam as condições em que eles foram formados ainda na câmara magmática; a morfologia das amígdalas sugeriu estágios tardios de desvolatização do derrame por meio da textura diktitaxítica. Por meio da classificação geoquímica, as rochas foram projetadas nos campos de basaltos a basaltos andesíticos, enquadrando-as na série subalcalina de afinidade toleítica. Foram sugeridos, com base nas análises dos diagramas de variação e multielementares que as rochas estudadas podem ter sido originadas a partir de três fontes distintas, onde aquelas mais ricas nos elementos incompatíveis (LILE e ETRL) são mais empobrecidas em MgO e Cr com concentrações intermediárias de TiO2, apontando para uma fonte mantélica empobrecida e possivelmente contaminada por pluma mantélica ou crosta continental; amostras com teores intermediários de elementos incompatíveis apresentam valores mais altos de MgO e Cr e mais baixos de elementos de composição basáltica (Fe2O3 e TiO2), apresentando similaridade química com manto litosférico subcontinental metassomatisado via subducção; a amostra mais empobrecida nos elementos altamente incompatíveis apresentam as menores concentrações de MgO e a maior em TiO2, apresentando padrões normalizados semelhantes à MORB-E, sugerindo a participação de pluma mantélica contaminando o manto astenosférico.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/7251
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFormação Mosquitopt_BR
dc.subjectLitogeoquímicapt_BR
dc.subjectPetrografiapt_BR
dc.subjectAspectos de campopt_BR
dc.subjectBasaltopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.titleLitogeoquímica, petrografia e aspectos de Campo dos Basaltos da porção oeste da Bacia do Parnaíba - Maranhão, Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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