Quantificação de carbono por satélite
| dc.contributor.advisor | Menasché, Daniel Sadoc | |
| dc.contributor.referee1 | Farias, Claudio Miceli de | |
| dc.contributor.referee2 | Mello, Rafael Maiani de | |
| dc.creator | Chamon, Alexandre Alkmim | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-20T17:47:05Z | |
| dc.date.available | 2026-05-22T03:00:12Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-18 | |
| dc.description.resumo | Este trabalho de conclusão de curso investiga o potencial e as limitações do sensoriamento remoto por satélites e da inteligência artificial para a estimativa da biomassa florestal acima do solo (AGBD) em cenários de monitoramento de carbono em larga escala. A partir de um estudo de referência recente, analisamos uma abordagem de fusão de sensores que combina dados ópticos do Sentinel-2, dados de radar em banda C do Sentinel-1 e medições LiDAR da missão GEDI, utilizadas como referência para calibração. A metodologia é reproduzida e discutida sob a ótica do aprendizado de máquina, comparando-se Regressão Linear, métodos de ensemble baseados em árvores (Random Forest e XGBoost) e uma rede neural convolucional do tipo U-Net. O foco central do trabalho é a comparação entre modelos “específicos por bioma”, treinados separadamente para regiões de baixa, média e alta biomassa, e um modelo “geral” único, treinado com todos os dados combinados. Os resultados confirmam que os modelos específicos tendem a apresentar erros ligeiramente menores; contudo, os ganhos são sistematicamente marginais, frequentemente inferiores a 1 Mg/ha em termos de RMSE, o que suscita dúvidas sobre o custo-benefício dessa estratégia em aplicações de escala nacional. O trabalho discute ainda o impacto da saturação dos sensores em florestas densas e explica por que o Random Forest superou a U-Net neste cenário, dada a natureza esparsa e pontual dos rótulos do GEDI. Por fim, são discutidas implicações para o mapeamento de carbono no Brasil, destacando o compromisso entre acurácia e complexidade operacional e apontando direções futuras envolvendo radar em banda L, arquiteturas de deep learning mais adequadas e validação direta nos biomas brasileiros para subsidiar políticas climáticas e mercados de carbono. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/29205 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Computação | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Biomassa florestal | pt_BR |
| dc.subject | Inteligência artificial | pt_BR |
| dc.subject | Sensoriamento remoto | pt_BR |
| dc.subject | Comparação de modelos | pt_BR |
| dc.subject | Mercado de carbono | pt_BR |
| dc.subject | Forest biomass | pt_BR |
| dc.subject | Artificial intelligence | pt_BR |
| dc.subject | Remote sensing | pt_BR |
| dc.subject | Model comparison | pt_BR |
| dc.subject | Carbon market | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA DA COMPUTACAO | pt_BR |
| dc.title | Quantificação de carbono por satélite | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |