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O estranhamento do cotidiano: ambiguidades morais e contrastes sociais em parasita e o enfermeiro

dc.contributor.advisorLosso, Eduardo Guerreiro Brito
dc.contributor.advisorCo1Pugliesi, Lucas Bento
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8532305027011573pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5410276989595754pt_BR
dc.contributor.referee1Machado, Bruno Domingues
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2274287613522427pt_BR
dc.contributor.referee2Lima, Felipe
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0291349761148591pt_BR
dc.creatorCerqueira, Emilly Lourenço
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1403502678691196pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-14T16:43:34Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:30Z
dc.date.issued2025
dc.description.resumoEsta pesquisa tem como objetivo analisar as estratégias narrativas e formais utilizadas no filme Parasita, de Bong Joon-ho, e no conto O Enfermeiro, de Machado de Assis, destacando como ambas as obras constroem uma crítica social a partir da representação de desigualdades, da ambiguidade moral dos personagens e, sobretudo, das condições que atravessam o mundo do trabalho. Por meio do contraste entre espaços, luz e sombra, montagem e composição visual, no caso do cinema, e da economia textual, do ponto de vista narrativo e da seleção descritiva, na literatura, as obras evidenciam tensões sociais e relações de poder que transcendem seus contextos históricos específicos. O trabalho fundamenta-se em conceitos de Erich Auerbach, Viktor Chklovski e Boris Tomachevski, que permitem compreender como a forma narrativa interfere na percepção da moralidade e no estranhamento do cotidiano. A análise demonstra que Parasita e O Enfermeiro apresentam personagens cuja conduta ética se forma em um terreno marcado por desigualdades estruturais de trabalho, em que a violência simbólica e material emerge como resposta à opressão. Ao aproximar essas produções, o estudo evidencia que cinema e literatura, cada qual em sua linguagem, operam como instrumentos de reflexão crítica sobre as contradições sociais, os impasses do trabalho e a complexidade moral da condição humana.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26663
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDesigualdade socialpt_BR
dc.subjectMoralidadept_BR
dc.subjectEstratégias narrativaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
dc.titleO estranhamento do cotidiano: ambiguidades morais e contrastes sociais em parasita e o enfermeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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