Desenvolvimento regional e raízes da segmentação ocupacional no Brasil: a segregação da população negra e os reflexos de um Brasil escravocrata
| dc.contributor.advisor | Lima, Ana Carolina da Cruz | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/0193687548913253 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Vieira, Wilson | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8556699624197113 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Teixeira, Keuler Hissa | |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/1732919330877406 | pt_BR |
| dc.creator | Rocha, Camila Bandeira da | |
| dc.date.accessioned | 2023-09-04T13:57:34Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:02:50Z | |
| dc.date.issued | 2021-12-21 | |
| dc.description.resumo | A formação socioeconômica brasileira foi marcada por um intenso movimento segregacionista: iniciando a partir de uma economia escravista e, com a abolição, com a discriminação dos trabalhadores recém libertos, predominantemente negros. A escravidão, assim como a condução do movimento abolicionista e das políticas governamentais implementadas na época, foram cruciais para a difícil inserção das pessoas negras no mercado de trabalho nacional. Além disso, este processo foi condicionado pelo desenvolvimento de regiões mais produtivas do Brasil, como o caso de São Paulo, tendo como consequência a segregação de trabalhadores libertos das áreas mais dinâmicas do país e alocados em ocupações de baixo rendimento e pouca produtividade. Nesse sentido, o objetivo da monografia é analisar o processo de construção social e econômica do Brasil e suas desigualdades, ressaltando suas raízes históricas e os condicionantes do processo de inserção ocupacional após abolição da escravatura. Adicionalmente, é realizada uma análise empírica qualitativa do mercado de trabalho formal brasileiro para demonstrar a situação atual da segmentação ocupacional por grupos de cor, com o intuito de identificar os reflexos atuais desse processo. As tendências observadas a partir da análise dos microdados da RAIS corroboram a hipótese (qualitativa) do trabalho e vão em linha com a literatura existente: os trabalhadores formais negros estão alocados nas regiões menos dinâmicas do país, com menores qualificações e rendimentos menores, quando comparados aos trabalhadores brancos. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.citation | ROCHA, Camila Bandeira da. Desenvolvimento regional e raízes da segmentação ocupacional no Brasil: a segregação da população negra e os reflexos de um Brasil escravocrata. 2021. 49 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/21505 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Economia | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Formação econômica | pt_BR |
| dc.subject | Mercado de trabalho | pt_BR |
| dc.subject | Desigualdade racial | pt_BR |
| dc.subject | Desigualdade regional | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA | pt_BR |
| dc.title | Desenvolvimento regional e raízes da segmentação ocupacional no Brasil: a segregação da população negra e os reflexos de um Brasil escravocrata | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |