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Processamento das variantes da coda (s) por falantes universitários da variedade carioca

dc.contributor.advisorGomes, Christina Abreu
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3109224399923578pt_BR
dc.contributor.referee1Melo, Marcelo Alexandre Silva Lopes de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8845532494430243pt_BR
dc.creatorPereira, Laísa Gomes
dc.date.accessioned2026-02-20T15:09:05Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:58Z
dc.date.issued2025
dc.description.resumoA pesquisa tem como objetivo observar o processamento das variantes fricativas pós-alveolar e posterior (velar/glotal) da coda (s), como em, respectivamente, de[ʒ]de ~ de[ɦ]de, por falantes adultos da variedade carioca. Neste primeiro momento do trabalho, só foi possível avaliar indivíduos com nível universitário. Os pressupostos teóricos da pesquisa foram a Sociolinguística Variacionista (Labov, 2008), os Modelos Baseados no Uso (Bybee, 2001; Cristófaro Silva e Gomes, 2020) e a hipótese da organização cognitiva dos exemplares, segundo a qual a variante mais frequente é a dominante em relação às demais (Connine et al, 2008). Os estudos anteriores sobre a coda (s), com dados de adultos de Scherre e Macedo (2000), Callou e Brandão (2009) e Melo (2012), mostraram que, na variedade carioca, a pós-alveolar é a variante mais frequente em todos os perfis sociais de amostras de fala espontânea e que a variante posterior tem uma taxa baixa de realização (entre 1% e 7%), exceto entre jovens excluídos socialmente (30%). A ocorrência da velar/glotal também foi observada por item lexical (Melo, 2012; Gomes, 2015) e os resultados mostraram que, em alguns itens como mesmo, a ocorrência da velar/glotal é maior na amostra EJLA e menor na amostra Censo 2000, indicando que a variante dominante é diferente em função do perfil social do falante para os mesmos itens. Para testar essa hipótese na perspectiva da percepção, foi realizado um experimento de decisão lexical contendo 20 itens experimentais e 20 distratores com as variantes pós-alveolar e velar/glotal da coda (s). O experimento foi aplicado em 42 estudantes universitários e os resultados mostraram uma maior acurácia e menor tempo de resposta para os itens lexicais com a variante pós-alveolar, corroborando a hipótese da organização cognitiva dos exemplares, na qual a variante pós-alveolar é a dominante para falantes universitários.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/28531
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectVariaçãopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
dc.titleProcessamento das variantes da coda (s) por falantes universitários da variedade cariocapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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