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Adaptação tecnológica da ETA Rio Manso-Brumadinho após o rompimento das barragens da Vale S/A

dc.contributor.advisorFonseca, Fabiana Valéria da
dc.contributor.advisorCo1Mehl, Ana
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8778107230566167pt_BR
dc.contributor.referee1Viana, Marcelo Mendes
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2879216880730517pt_BR
dc.contributor.referee2Francisco, Flávio da Silva
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2215168284347755pt_BR
dc.creatorAraújo, Cristian Brito
dc.creatorBorges, Natalia Huppes
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4572941275641379pt_BR
dc.date.accessioned2021-07-21T21:25:57Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:34Z
dc.date.issued2021-06-09
dc.description.resumoO aprimoramento dos processos de tratamento de água para consumo humano tem sido de grande importância para fornecer água de qualidade à população. Em 2019, na região de Brumadinho, Minas Gerais, as barragens 1, 4A e 4 da mineradora Vale/SA e da BHP Billiton se romperam, vitimando 270 pessoas e promovendo uma ampla destruição ambiental. Além disso, a captação da água do rio Paraopeba foi suspensa em consequência dos impactos da lama tóxica, causando o desabastecimento de água para milhares de habitantes. Tendo como objetivo tratar a água do rio Paraopeba, este trabalho contém uma avaliação técnica de adaptações tecnológicas da Estação de Tratamento de Água Rio Manso, local de destino da captação da água bruta do Rio Paraopeba. Os tratamentos avançados discutidos, a serem adaptados ao tratamento convencional já existente, foram a microfiltração, ultrafiltração, adsorção com carvão ativado, troca Iônica, nanofiltração e osmose inversa com remineralização. A escolha baseou-se nas tecnologias capazes de removerem as substâncias contaminantes de modo a fornecer uma água com padrões de potabilidade. Para análise das combinações de tratamento, apresentou-se uma superestrutura com todas as combinações de possibilidades de tratamento. Posteriormente, determinou-se todos os fluxogramas resultantes. Conclui-se que o sistema mais promissor é a combinação da ultrafiltração e nanofiltração como adaptações da Estação de Tratamento de Água Rio Manso. Os resultados obtidos mostraram que a ultrafiltração apresentou 95 % de eficiência na retenção de compostos com massa molar acima de 50 kDA. A nanofiltração apresenta eficiência de operação superior a 97 % permitindo a retenção de material remanescente em suspenção e íons polivalentes, garantindo os padrões de potabilidade da água em relação aos metais contaminantes. Além disso, a nanofiltração consegue operar em menor pressão e com fluxos mais elevados quando comparada a osmose inversa e dispensa a etapa de remineralização. Por fim, após os processos escolhidos, determinouse os valores estimados para as eficiências de remoção dos parâmetros que promovem a inadequação da água para o consumo humano e comprovou-se ser possível a entrega de água à população dentro dos limites legais para consumo.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/14615
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTratamento de águaspt_BR
dc.subjectRio Paraopebapt_BR
dc.subjectETA Rio Mansopt_BR
dc.subjectUltrafiltraçãopt_BR
dc.subjectNanofiltraçãopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICApt_BR
dc.titleAdaptação tecnológica da ETA Rio Manso-Brumadinho após o rompimento das barragens da Vale S/Apt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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