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O estudo das construções imperativas em dados de fala a partir de esquetes humorísticos

dc.contributor.advisorOliveira, Thiago Laurentino de
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4470317184826146pt_BR
dc.creatorLima, Marcela Oliveira de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5099922312696308pt_BR
dc.date.accessioned2022-03-04T02:40:38Z
dc.date.available2026-05-16T03:02:35Z
dc.date.issued2021
dc.description.resumoEsta monografia objetiva investigar e descrever as diferentes construções imperativas de segunda pessoa do singular (2SG) em dados de fala do português brasileiro contemporâneo. As gramáticas normativas e escolares da língua portuguesa geralmente associam a expressão do imperativo somente à oposição morfológica formada a partir de flexões do indicativo e do subjuntivo (por exemplo, canta/cante, bebe/beba, abre/abra). Além disso, afirma-se que as formas imperativas associadas ao indicativo e ao subjuntivo estariam relacionadas ao uso das formas tratamentais tu e você, respectivamente. No âmbito dos estudos linguísticos, no entanto, verifica-se que o imperativo é um fenômeno complexo, envolvendo outras construções negligenciadas pela tradição gramatical. Scherre (2004) destaca que há um crescente uso do imperativo associado ao indicativo em contextos de predominância do uso de você (rotulado “imperativo abrasileirado”), sobretudo em situações de caráter dialógico. Já Castilho (2010), ao tratar das sentenças imperativas, reconhece a diversidade de construções existentes, mencionado as imperativas indiretas (por exemplo, Eu quero que você faça isso para mim). Partindo desses estudos, neste trabalho, pretende-se levantar e analisar as construções com valor imperativo utilizadas no português brasileiro contemporâneo. Nossas previsões são: a expressão do imperativo conta com um conjunto variado de construções, para além do imperativo morfológico; o uso de formas associadas ao indicativo ou subjuntivo não estão atreladas ao uso dos pronomes tu e você. A partir de uma análise sincrônica, as construções imperativas observadas foram retiradas de esquetes humorísticos do canal Porta dos Fundos, disponíveis na plataforma Youtube. A análise dos dados está ancorada nos pressupostos teóricos da Sociolinguística Variacionista (WEINREICH, LABOV & HERZOG, 2006[1968]) e na Teoria dos Atos de Fala (SEARLE, 1979). Os resultados encontrados a partir da análise dos dados sustentam as previsões delineadas de que as construções imperativas apresentam configurações diversas nos dados de fala considerados.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/16353
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectVariação linguísticapt_BR
dc.subjectImperativopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.titleO estudo das construções imperativas em dados de fala a partir de esquetes humorísticospt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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