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Efeitos do ICMS ecológico na gestão ambiental do Estado de Pernambuco

dc.contributor.advisorYoung, Carlos Eduardo Frickmann
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9132537574929792pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Carlos Eduardo Menezes da
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3969680611015928pt_BR
dc.contributor.referee2Rocha, Romero Cavalcanti Barreto da
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7731191536528594pt_BR
dc.creatorDutra, Ricardo Duarte
dc.date.accessioned2025-08-14T21:37:38Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:30Z
dc.date.issued2023-01-23
dc.description.resumoO ICMS Ecológico (ICMS-E) é um promissor e engenhoso mecanismo de coordenação entre estado e municípios. Tal mecanismo funciona por meio da redistribuição fiscal de parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação (ICMS), o principal imposto e fonte de arrecadação dos estados. Este trabalho pretende constatar a eficácia do ICMS-E/PE na indução de melhores práticas em gestão ambiental, mais especificamente nos critérios por ele contemplados: Unidades de Conservação e Unidades de Tratamento de Resíduos. Para tanto, foi realizado levantamento e consolidação de dados oficiais dos seus repasses, que foram comparados com o desempenho da gestão ambiental municipal em Pernambuco. Enquanto instrumento de coordenação, a eficácia do ICMS-E depende de sua adequada comunicação para os agentes que se pretende influenciar. Diante disso, esse trabalho também pretende compilar e apresentar de forma compreensível as normas que regulam tal instrumento. A metodologia empregada se caracteriza como ex-post-facto, com análise de dados qualitativa-quantitativa, desenvolvida a partir de pesquisas bibliográfica e documental-legislativa. A revisão bibliográfica realizada trata os aspectos teóricos que fundamentam a existência desse mecanismo enquanto instrumento econômico e os riscos e precauções que acompanham esta categoria de intervenção. O recorte temporal foi de 2013 a 2021 e o espacial, todos os 184 municípios do estado de Pernambuco. Os resultados do trabalho corroboram a hipótese central de que o ICMS-E/PE tem impactos positivos na gestão ambiental nos municípios do estado. Mas também mostra que há espaço para que seja aprimorada. A partir da síntese entre as lições apreendidas na revisão bibliográfica e do contexto pernambucano expressados pelos resultados da pesquisa, são apresentadas proposições de melhoria para a política em questão.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationDUTRA, Ricardo Duarte. Efeitos do ICMS ecológico na gestão ambiental do Estado de Pernambuco. 2023. 54 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26682
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPolítica ambientalpt_BR
dc.subjectMeio ambientept_BR
dc.subjectImpostopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.titleEfeitos do ICMS ecológico na gestão ambiental do Estado de Pernambucopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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