Machado de Assis em tradução: o tratamento da ironia em Memórias póstumas de Brás Cubas
| dc.contributor.advisor | Garcia, Daniela Cid de | |
| dc.contributor.advisorCo1 | Ferreira, Thayna Pinheiro | |
| dc.contributor.advisorCo1Lattes | https://lattes.cnpq.br/1151614618701510 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | https://lattes.cnpq.br/6052688066349735 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Di Candia, Michela Rosa | |
| dc.contributor.referee1Lattes | https://lattes.cnpq.br/9431988563575717 | pt_BR |
| dc.creator | Toschi, Laura Machado | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-11T00:00:41Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:09:00Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-17 | |
| dc.description.resumo | Este trabalho busca observar como Flora Thomson-DeVeaux lida com a ironia machadiana em sua tradução de Memórias Póstumas de Brás Cubas. Dadas as limitações de extensão do trabalho e entendendo que o início da obra é propositalmente impactante, o escopo de análise se estenderá até o fim do terceiro capítulo. Foram selecionados os trechos em que o caráter irônico é mais acentuado, levando a uma amostragem de 18 itens de análise, organizados em apêndice. As intervenções da tradutora são analisadas a partir de considerações de Britto (2012) sobre tradução literária, Mateo (2013) sobre tradução de ironia e Dixon (2015) sobre a autonomia do leitor machadiano, e usando a nomenclatura oferecida por Aixelá (1996, 2013) para estratégias de tradução de Itens Culturalmente Específicos (ICEs). Foi demonstrado que a ironia da obra é majoritariamente paradigmática e que, quando há ICEs, a tradutora optou quase sempre por estratégias conservadoras, mantendo a referência original e buscando aproximar a obra do leitor por meio de esclarecimentos e contextualizações em notas de fim. Foram levantadas reflexões a respeito da origem acadêmica da tradução e de seus efeitos possivelmente didatizantes na obra, questionando se a independência que Machado de Assis legava a seus leitores se perdeu em tradução. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/28822 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Literatura brasileira | pt_BR |
| dc.subject | Crítica e interpretação | pt_BR |
| dc.subject | Ironia | pt_BR |
| dc.subject | Assis, Machado de 1839-1908 | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA | pt_BR |
| dc.title | Machado de Assis em tradução: o tratamento da ironia em Memórias póstumas de Brás Cubas | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |