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A rua como um espaço feminino em Ondjaki

dc.contributor.advisorSilva, Maria Teresa Salgado Guimarães da
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0798529197745702pt_BR
dc.contributor.referee1Abel, Tais dos Santos
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7589793240996493pt_BR
dc.contributor.referee2Pietrani, Anélia Montechiari
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9907-8016pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1581029421985700pt_BR
dc.creatorCarvalho, Christopher Pereira Jones de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8040128940069285pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-01T13:01:16Z
dc.date.available2026-07-03T03:00:10Z
dc.date.issued2024-12-18
dc.description.abstractEn Os da minha rua, las historias de Ondjaki se articulan en el movimiento de revivir recuerdos como una reconstrucción de lo que fue y ya no es. Así, en el microcosmos de cada relato, nos apropiaremos de las relaciones entre tradición y memoria, del ritmo encantador de las palabras, de las imágenes de la infancia, de las experiencias del afecto, del contenido sensible e inteligible. Partiendo de estas consideraciones, el objetivo de este proyecto es reconocer la ascendencia y su valor para comprender la calle — del espacio de la memoria — como un cuerpo femenino en constante transformación, ya que el papel de la mujer en este trabajo es crucial para la recuperación de memorias que, con el tiempo, se han perdido. Los recuerdos del “pasado” se entrelazan con las narrativas como hilos que tejen una reinterpretación de la vida. En este bordado, la calle emerge como metonimia de una Luanda vivida en la infancia del escritor, pues el objetivo de su escritura es romper con el ciclo de historias sobre la guerra, valorando los encantos de la infancia para traer otra Angola al mundo. En este sentido, el análisis delcorpus de estainvestigación parte de la presencia femenina como elemento esencial para dar cuerpo a los vestigios del pasado oculto. En nuestro enfoque, nos apoyaremos en las reflexiones de Amadou Hampâté Bâ (A tradição viva, 2010) y Honorat Aguessy (Visões e percepções tradicionais, 1980), cuyas reflexiones sobre la tradición, la ascendencia y la memoria son fundamentales. También consideraremos las investigaciones de Lawrence Ogbo Ugwuanyi, que nos ayudan a pensar la ascendencia como una construcción de la Alegría, y los estudios de Adilbênia Machado, que nos permiten ver la calle de las memorias como un espacio de saberes ancestrales femeninos. A estatrayectoria se suman las contribuciones de Tânia Macedo (Luanda, cidade e literatura, 2008), que ve la ciudad como un lugar de múltiples voces y tiempos, y de Ítalo Calvino (As cidades invisíveis, 1990), al imaginar ciudades de esencia femenina, tejidas por recuerdos y deseos.pt_BR
dc.description.resumoEm Os da minha rua, as histórias de Ondjaki se articulam no movimento de re-sentir as memórias como a reconstrução daquilo que já foi e não é mais. Assim, no microcosmo de cada estória, nos apropriaremos das relações entre tradição e memória, do ritmo encantatório das palavras, das imagens da infância, das experiências de afeto, do conteúdo sensível e inteligível. Partindo dessas considerações, a proposta deste projeto é reconhecer a ancestralidade e o seu valor no entendimento da rua — do espaço da memória — como um corpo feminino em constante transformação, uma vez que o papel das mulheres nesta obra é determinante para a recuperação das memórias que, com o tempo, se perderam. As memórias do “antigamente” se entrelaçam às narrativas como fios que tecem o repensar da vida. Nesse bordado, a rua surge como metonímia de uma Luanda vivida na infância do escritor, pois o objetivo de sua escrita é romper com o ciclo de relatos sobre a guerra, valorizando os encantos da infância para trazer ao mundo outra Angola. Nesse sentido, a análise do corpus desta pesquisa parte da presença feminina como elemento essencial para dar corpo aos vestígios do passado escondido. Em nossa abordagem, nos apoiaremos nas reflexões de Amadou Hampâté Bâ (A tradição viva, 2010) e Honorat Aguessy (Visões e percepções tradicionais, 1980), cujos pensamentos sobre tradição, ancestralidade e memória são fundamentais. Também consideraremos as pesquisas de Lawrence Ogbo Ugwuanyi, que nos ajudam a pensar a ancestralidade como construção da Alegria, e os estudos de Adilbênia Machado, que nos permitem enxergar a rua das memórias como espaço de saberes ancestrais femininos. A esse percurso, somam-se as contribuições de Tânia Macedo (Luanda, cidade e literatura, 2008), que vê a cidade como lugar de múltiplas vozes e tempos, e de Ítalo Calvino (As cidades invisíveis, 1990), ao imaginar cidades de essência feminina, tecidas por memórias e desejos.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/29502
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letras Vernáculaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCorpo humanopt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectAncestralidadept_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::OUTRAS LITERATURAS VERNACULASpt_BR
dc.titleA rua como um espaço feminino em Ondjakipt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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